O que é uma marca.

Publicado por Rubens em 22 Ago 2009 | sob: Basicão

Segundo o INPI, marca é "todo sinal distintivo, visualmente perceptível, que identifica e distingue produtos e serviços de outros análogos, de procedência diversa, bem como certifica a conformidade dos mesmos com determinadas normas ou especificações técnicas".

Na minha opinião a marca é um selo de qualidade do produto.

Imagine você entrar em um supermecado e todos os produtos estarem embalados em pacotes iguais. Será que você conseguiria fazer as compras?

Na Russia comunista todos os produtos eram fabricados sem marca. Quando Gorbachev recebeu a visita de Akio Morita, o fundador da Sony, perguntou o que ele achava da televisão russa, que obviamente não exibia nenhuma marca. A resposta de Morita foi:

- Sinceramente, nunca imaginei que alguém pudesse fabricar uma televisão tão feia.

Ou seja, a marca além de ser um selo de qualidade também é uma referência para o consumidor.

Até a próxima.

O que é Mídia Espontânea.

Publicado por Rubens em 15 Jul 2009 | sob: Basicão

Sei que muitos sabem do que se trata, mas senti a necessidade deste post porque estou impressionado com a quantidade de bobagens que ando lendo na Internet.

Vamos aos tipos de mídia:

Mídia paga ou propaganda :  é a mensagem paga por uma empresa e indentificada com seu nome ou marca.

Mídia espontânea: é  normalmente trabalhada através de assessoria de imprensa. São as notícias divulgadas pelas empresas e veiculadas nos veículos de comunicação como matérias jornalísticas.

Simples e fácil.  Até a próxima.

Cavalo de Tróia Tecnológico

Publicado por Rubens em 02 Jul 2009 | sob: novidades

tivo Na minha postagem de 02 de dezembro de 2007, eu mencionava um aparelhinho chamado TiVo que tem a capacidade de pular os comerciais de TV.Pois é isso mesmo que o TiVo prometia fazer, e faz. A ironia é que a mesma empresa que prometia acabar com os comerciais, está agora tentando vender espaço em suas telas. A diferença é que esses anúncios são chamados de interativos. Quando se  aperta a tecla “pausa” ou a tecla “avançar”, aparece uma tela convidando o usuário a apertar uma nova tecla para obter maiores informações. Eu considero essa estratégia um belo exemplo de como obter, de graça, a antipatia do consumidor.

Vida nova para gestão de marcas

Publicado por Rubens em 24 Jun 2009 | sob: novidades

open brandKelly Mooney, este é o nome da autora do livro Open Brand.O livro foi lançado em 2008 nos Estados Unidos e pelo que sei, ainda não tem tradução para o português. Muito bem, o que é Open Brand?

Trata-se de um novo posicionamento para ações de maketing digital. Ela afirma que nos tempos da web 2.0 o controle da marca deve ser dividido com os consumidores, ou seja, as empresas devem parar de tentar controlar o conteúdo de sites e blogs com a intenção de que eles só falem bem da sua marca.

Qual seria vantagem que a empresa teria em agir dessa forma?

Segundo a teoria do Open Brand, essa estratégia faria com que o consumidor ao participar da construção da imagem da marca se sinta também responsável por ela,  e se transforme em seu defensor, formando verdadeiras comunidades ao seu redor. Seria portanto, uma mudança e tanto na forma de agir dos executivos de marketing. Será que essa moda vai pegar? Eu duvido.

Recapitulando

Publicado por Rubens em 10 Mai 2008 | sob: patrocínio

Sugestão: é quando o consumidor toma consciência de determinada marca.

Empatia: é quando o consumidor começa a preferir determinada marca

Imitação: é quando o consumidor compra a camisa do verdão, com a marca do patrocinador estampada no peito. Pega seu PALIO e vai para a paulista comemorar a conquista do Campeonato Paulista.

 

É isso ai.

 

Até a próxima

a imitação, ou ripa na chulipa e pimba na gorduchinha

Publicado por Rubens em 10 Mai 2008 | sob: patrocínio

Finalmente a imitação. A marca agora deixou de ser um mero coadjuvante e torna-se um objeto de desejo. O consumidor faz questão de usar produtos daquela marca porque na sua cabeça,ele passa a ser portador de todas as qualidades dessa marca. Usando essa marca ele ganha status e tudo o mais que ele acha que essa marca possui como: habilidade, prestígio, competência, etc.

Aí, então, para a empresa dona dessa marca é ripa na chulipa e pimba na gorducinha. Frases do genial Osmar Santos, que soltas não querem dizer absolutamente nada, mas que dentro de um contexto não tem quem não as entenda.

Exatamente como minha marca preferida, e também a sua.

 

Até a próxima.

a empatia

Publicado por Rubens em 09 Mai 2008 | sob: patrocínio

Muito bem, o cara assistiu a uma vitória do seu time do coração. Viu jogadas fantásticas que despertaram grande emoção. Na sua cabeça, sabe quem proporcionou um espetáculo inesquecível ? Foi o patrocinador do espetáculo. Aí, começa a empatia. A marca torna-se a preferida do consumidor por estar associada a bons momentos da sua vida. Depois desse estágio é que vem a imitação. Que é tudo o que um diretor de marketing pode querer. Mas esse é um assunto para o próximo post.

Até lá.

Sugestão, empatia e imitação

Publicado por Rubens em 08 Mai 2008 | sob: patrocínio

Já que ontem toquei no assunto. Senti a necessidade de seguir em frente.

Hoje gostaria de comentar como o consumidor fica sugestionado pela ação de patrocínio.

O cara trabalhou a semana inteira e quando chega o sábado ou domingo coloca sua havaiana, uma camiseta folgada e uma carne para assar na churrasqueira. Em seguida ele liga a TV para ver seu esporte predileto. Tudo acompanhado por uma cervejinha gelada.

Não existe melhor hora para o consumidor tomar contato com uma marca do nessa hora em que se encontra relaxado e predisposto a receber a mensagem.

Ele liga a TV e lá está o seu time do coração com a marca do patrocinador estampada no peito.A associação é imediata e inconsciente.As emoções, beleza e tudo mais que caracteriza o espetáculo são imediatamente transferidos para  a marca do patrocinador. Desta maneira o consumidor fica sugestionado a consumir determinada marca. Depois desse estágio vem a empatia, que vou abordar em outro post. Até lá.

mas afinal, o que é goodwill?

Publicado por Rubens em 07 Mai 2008 | sob: patrocínio

Fazer com que o consumidor se interesse por determinada marca.simpatize com ela e seja motivado a experimentar seus produtos e / ou serviços.

Tudo isso os diretores de Marketing chamam de gestão de goodwill.

Sempre pensei em uma palavra “tupiniquim” para traduzir o goodwill, até que um dia ouvindo o rádio, o cantor Djavan matou a charada. Para quem desenvolve ações de patrocínio com a intenção de que determinada marca permaneça na lembrança do consumidor, o “Bem Querer” do consumidor, não é segredo, mas é sagrado.

Tudo isso leva aos 3 estágios de envolvimento do consumidor com determinada marca. São eles:

A sugestão, a empatia e a imitação. Mas isso já é assunto para outro post.

Internet - a mídia caçula

Publicado por Rubens em 21 Fev 2008 | sob: novidades

A internet não é tão nova, mas como veículo de mídia ela está dando os seus primeiros passos. Para a auditoria de imagem ela não deixou de ser intrigante. Como quantificar uma mídia que tem quase a agilidade do rádio e da tv e a durabilidade da revista. A vida útil de uma matéria em um jornal é muito mais curta do que a mesma notícia postada na Internet. Como quantificar isso? A resposta veio, como sempre, na criação de uma metodologia para avaliar a probabilidade de uma matéria ser acessada durante determinado período de tempo. Ou seja, pura estatística. No dia da publicação ela tem o maior valor possível e depois vai perdendo o valor conforme a probabilidade de acessos vai caindo, até chegar próxima de zero. A metodologia criada por nós leva em consideração as particularidades de cada site monitorado como: page views, espaço ocupado pelas notícias na tela, tempo que cada site costuma deixar a notícia no ar, etc. Para melhorar o nosso trabalho criamos ainda uma rotina para alterar esses valores de acordo com as mudanças tecnológicas dos monitores.

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