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Twitter, Jornal ou Mídia Self Service?

Publicado por Rubens em 15 Abr 2010 | sob: novidades

Toda vez que penso em Jornal Self Service me lembro do Cacau, um amigo que tinha uma banca de jornais na Rua Veneza em São Paulo. Naqueles tempos eu corria no parque do Ibirapuera e depois da corrida passava na banca do Cacau para tomar uma água mineral.Um dia eu vi o Cacau todo atrapalhado com uma planilha no computador. Ele mexia na planilha e pegava um caderno de um dos jornais, mexia mais um pouco e  pegava um caderno de outro jornal. até que eu perguntei. Cacau o que vc está fazendo? E ele me respondeu. Estou montando um jornal self service, e em seguida explicou. A pessoa vem até a banca e pede: eu quero o divirta-se do Jornal da Tarde,o caderno de economia do estadão e a folha ilustrada da folha de são paulo, aí eu monto essa planilha para saber quantos jornais tenho que comprar para atender o cliente e cobrar um preço diferenciado.Nem preciso dizer que louco por novidades como sou acabei ajudando o Cacau a montar a planilha e fui ficando cada vez mais amigo dele.O que o cacau fazia de modo analógico hoje nos fazemos na Internet. Um dos motivos do enorme sucesso do twitter é que eu posso montar a informação da maneira mais adeguada para mim. Ou seja, posso acompanhar um colunista do Estado de São Paulo, outro da Folha e etc. Mais do que isso, posso ler sobre a Stock Car e ilustrar as matérias com as fotos do meu fotógrafo predileto. Mais que o jornal self service do Cacau o twitter é uma mídia self service. Mas o twitter não é só isso. Ele tb é um comunicador instantâneo sem aquela inconveniência do MSN que deixa as pessoas te perturbarem quando vc está online.

Na minha opinião o twitter está fazendo pela informação o mesmo que o Napster fez pela música. Não é a toa que já começou a gritaria dos jornais dizendo que vão cobrar pelo conteúdo. Veja o link http://www.adnews.com.br/internet.php?id=101609. A  gritaria é a mesma que as gravadoras estão fazendo há muito tempo contra o compartilhamento de arquivos na Internet.

E de novo não é a tecnologia que está errada e sim o modelo de negócio, tanto das gravadoras como dos jornais impressos. No caso da música eu tinha que levar para casa no mínimo 12 músicas para ter a faixa ou as faixas que eu gostava. No caso dos jornais, se quero ler sobre esporte por que tenho que levar o caderno de falecimentos para casa.

Para quem trabalha com avaliação de mídia espontânea como eu o problema é outro. A pergunta do momento é:  Quanto vale um link para uma notícia no twitter?

Quanto ao caderno de falecimentos, confesso que de vez em quando eu dava uma olhada para ver se tinha alguma supresa agradável.

O que é transmídia?

Publicado por Rubens em 16 Fev 2010 | sob: novidades

É a palavra do momento nos Estados Unidos, mas ainda engatinha no Brasil.Trata-se da criação de conteúdo para vários meios diferentes. No caso de um personagem, seria ele agindo em todas as plataformas. Aliás esse é o segundo nome da transmídia, muitos preferem chamá-la de multiplataforma.E quais são as plataformas?

Elas podem ser:  uma série de TV, um filme de cinema, uma peça de teatro, uma peça para  a Internet ou um desenho animado.Da mesma maneira que as pessoas usam várias mídias,a campanha elaborada com esse conceito se desenvolve simultaneamente em todas elas.As peças são feitas em episódios que tem uma sequência lógica. Você pode estar assistindo a um programa e no primeiro intervalo comercial assistir ao primeiro episódio de uma campanha, continuar a assistir o programa e no segundo break, assistir ao segundo episódio do mesmo comercial, e assim por diante.Você ainda pode assistir ao primeiro episódio na sua TV, ao segundo episódio na Internet e ser supreendido pela continuação em qualquer outra mídia que você use.

Para superar esse desafio as agências tem recorrido a uma estratégia que tem o nome de “storytelling”, que nada mais é que transformar o intervalo comercial em uma história na qual as pessoas tenham interesse de acompanhar.Essa tem sido a estratégia para criar esse ambiente ao redor de uma marca ou produto. E do jeito que anda a qualidade da programação da nossa TV aberta, estou aguardando ansiosamente a continuação da história no próximo comercial.

Por hoje é só.

E o tempo não passa.

Publicado por Rubens em 20 Dez 2009 | sob: novidades

Para certas pessoas o tempo não passa. Vejam só, meu amigo Águia foi convidado para participar do Rally de Regularidade para Carrros Clássicos, que aconteceu em Interlagos no dia 12/12/2009.Prova organizada  e promovida pelo ex-piloto Jan Balder. Pois bem, ele não só foi participar como venceu a prova.Parabéns Águia por ajudar a manter viva a história do automobilismo brasileiro.

Veja fotos do carro vencedor no clube MG.

MG Clube do Brasil 19 12 2009

 

MG Clube do Brasil (2) 19 12 2009

Cavalo de Tróia Tecnológico

Publicado por Rubens em 02 Jul 2009 | sob: novidades

tivo Na minha postagem de 02 de dezembro de 2007, eu mencionava um aparelhinho chamado TiVo que tem a capacidade de pular os comerciais de TV.Pois é isso mesmo que o TiVo prometia fazer, e faz. A ironia é que a mesma empresa que prometia acabar com os comerciais, está agora tentando vender espaço em suas telas. A diferença é que esses anúncios são chamados de interativos. Quando se  aperta a tecla “pausa” ou a tecla “avançar”, aparece uma tela convidando o usuário a apertar uma nova tecla para obter maiores informações. Eu considero essa estratégia um belo exemplo de como obter, de graça, a antipatia do consumidor.

Vida nova para gestão de marcas

Publicado por Rubens em 24 Jun 2009 | sob: novidades

open brandKelly Mooney, este é o nome da autora do livro Open Brand.O livro foi lançado em 2008 nos Estados Unidos e pelo que sei, ainda não tem tradução para o português. Muito bem, o que é Open Brand?

Trata-se de um novo posicionamento para ações de maketing digital. Ela afirma que nos tempos da web 2.0 o controle da marca deve ser dividido com os consumidores, ou seja, as empresas devem parar de tentar controlar o conteúdo de sites e blogs com a intenção de que eles só falem bem da sua marca.

Qual seria vantagem que a empresa teria em agir dessa forma?

Segundo a teoria do Open Brand, essa estratégia faria com que o consumidor ao participar da construção da imagem da marca se sinta também responsável por ela,  e se transforme em seu defensor, formando verdadeiras comunidades ao seu redor. Seria portanto, uma mudança e tanto na forma de agir dos executivos de marketing. Será que essa moda vai pegar? Eu duvido.

Internet - a mídia caçula

Publicado por Rubens em 21 Fev 2008 | sob: novidades

A internet não é tão nova, mas como veículo de mídia ela está dando os seus primeiros passos. Para a auditoria de imagem ela não deixou de ser intrigante. Como quantificar uma mídia que tem quase a agilidade do rádio e da tv e a durabilidade da revista. A vida útil de uma matéria em um jornal é muito mais curta do que a mesma notícia postada na Internet. Como quantificar isso? A resposta veio, como sempre, na criação de uma metodologia para avaliar a probabilidade de uma matéria ser acessada durante determinado período de tempo. Ou seja, pura estatística. No dia da publicação ela tem o maior valor possível e depois vai perdendo o valor conforme a probabilidade de acessos vai caindo, até chegar próxima de zero. A metodologia criada por nós leva em consideração as particularidades de cada site monitorado como: page views, espaço ocupado pelas notícias na tela, tempo que cada site costuma deixar a notícia no ar, etc. Para melhorar o nosso trabalho criamos ainda uma rotina para alterar esses valores de acordo com as mudanças tecnológicas dos monitores.